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Robô Tinbot e as assistentes virtuais foram destaque no primeiro dia do FIC18

Robô Tinbot e as assistentes virtuais foram destaque no primeiro dia do FIC18

Robô Tinbot e as assistentes virtuais foram destaque no primeiro dia do FIC18

A inteligência artificial busca responder aos anseios das pessoas. Foi o que mostrou o primeiro dia do FIC18 – Festival de Interatividade e Comunicação, na Unisinos Porto Alegre. Assistentes virtuais, entrega com drones, carros autônomos, pernas mecânicas, robôs que substituem funções humanas, além das questões culturais e comportamentais que a inteligência artificial traz.

 

João Cavalcanti, da empesa mineira KUNUMI, falou sobre inteligência artificial na era pós-digital, trazendo os novos paradigmas da IA e a explosão de descobertas influenciadas pela tecnologia. ”Estamos avançando para uma mudança de paradigma digital e social", disse, completando que a máquina está se tornando um ser inteligente capaz de prever acontecimentos, como exemplo, membros mecânicos com a sutileza do movimento humano e um corpo humano "igual ao seu", que pode ajudar a prevenir doenças.

 

A presença de Tinbot, o famoso robô com Inteligência artificial foi destaque do dia, encantando a todos contando piadas, dançando e interagindo com a plateia. Rogério de Souza, diretor de inovação da DB1 Global Software, empresa criadora, abordou diversas funções possíveis da IA e suas principais características, como interatividade e personalidade imprevisível e humanizada. “É uma vivência diferenciada para empresas e pessoas”. Mesmo com todos os benefícios da inteligência artificial, Rogério afirma: “A intenção não é fazer melhor ou igual ao um ser humano, e sim melhorar as situações da nossa realidade com performance e eficiência”. Ele deu exemplos de utilização do Tinbot pelas empresas como recepcionista de uma universidade, vendedor no varejo, membro de equipe que vai acompanhar e cobrar os prazos de trabalho, entre outras que o robozinho já desempenha.

 

Simone Kliass, locutora famosa por fazer a voz do Avast, Latam e outras propagandas, na companhia de seu marido também locutor Jason Bermingham, falaram sobre o impacto da voz no contexto da inteligência artificial. Para exemplificar a importância de estudos sobre voz, Simone citou o projeto "I give my sister a voice", em que misturando a voz da irmã e traços da própria personalidade, uma menina teve a possibilidade de falar pela primeira vez. Stephen Hawking, por exemplo, tinha a possibilidade de escolher qualquer voz para ser a sua, mas escolheu a mesma até o final. "A voz mostra identidade, personalidade, trajetória, e precisa ser bem escolhida".

 

“Cortana, Siri, Now, Surgeon: a inteligência artificial está no seu bolso.”, assim iniciou a palestra de Edilson Lima, líder de projeto do Banco Bradesco e um dos criadores da BIA, a assistente virtual que atende mais de 6 milhões de clientes. Para conhecer a BIA, é só pedir para o Google chamá-la, pois as duas empresas entraram em parceria. Além disso, Edilson afirma que a inteligência artificial não é boa somente para o cliente, mas também para a equipe: “Antagonizaram a IA, quando na verdade, ela só ajuda. Não tira empregos, apenas transforma. Tínhamos 300 pessoas na equipe antes da BIA e continuamos com as mesmas 300. Inteligência artificial se faz com conhecimento humano”.

 

Sérgio Gama, desenvolvedor sênior da IBM na América Latina, compartilhou conhecimentos sobre como a IA impactará os negócios e as profissões. Sérgio trouxe um dos cases de maior sucesso da tecnologia: IBM Watson, plataforma de serviços cognitivos que aprende com as pessoas. Neste contexto, afirma que os sistemas tendem a ser cada vez mais humanizados, com personalidade, que falam gírias, têm sotaque e até opinião. “O trabalho também vai mudar, claro. Tende a diminuir cada vez mais os trabalhos repetitivos, a leitura massante, mas as pessoas vão se readequar e reeducar para a transformação.

 

Juan Pablo Boeira, engenheiro de marketing e cientista de dados, encerou o primeiro dia de FIC18 falando a não linearidade na tomada de decisões e uma nova forma de planejar os negócios. “Ser muito bom em matemática estatística, programação e neurolinguística são as principais habilidades exigidas no mercado de trabalho no mundo moderno para um bom profissional. Um profissional tem que solucionar problemas”, disse. O palestrante também atentou para o fato de que comportamento importa mais do que demografia – ou seja, acompanhar o que o usuário pensa, faz e busca, contribuem mais do que sua idade e localização, por exemplo. “Estamos em uma época que temos muitas problemáticas, muitas soluções e muitas personalidades envolvidas em um só processo”, concluiu.

 

Na abertura oficial do evento estiveram presentes Alexandre Horn, Diretor técnico da Procempa, representando o Prefeito de Porto Alegre; Paulo Miranda, Presidente Procempa e Jose Antônio Antonioni, diretor presidente da SOFTSUL.

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