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F5: User Experience Design deve ser tema estratégico nas empresas

F5: User Experience Design deve ser tema estratégico nas empresas

F5: User Experience Design deve ser tema estratégico nas empresas

Proporcionar experiências aos consumidores é o que gera valor para as marcas. E nesse contexto o User Experiencie Design – UX Design é o ponto chave para que essas experiências sejam positivas, gerem boas emoções e percepções com as empresas, seus produtos e serviços. Esse universo do design voltado à experiência foi tema do F5 de setembro da Abradi-RS, que reuniu mais de 100 pessoas na noite de 26 de setembro, em Porto Alegre.


Fabiano Nadler, que atua há 20 anos no mercado digital nacional e lidera a área de Experience Design na Brivia, abriu a palestra falando da importância dos relacionamentos para criar experiências verdadeiras. “Nossos relacionamentos são baseados em experiências boas e ruins. Da mesma maneira ocorre com as marcas. User Experience Design é quando a gente quer influenciar a experiência das pessoas com as marcas de forma sistemática”, afirmou.  Para ele, UX Design é um mindset a ser absorvido por todos e deve ser estratégico nas organizações. Ouvir e conhecer seu público é outro ponto chave, que deve ser complementado com a mensuração e controle de performance.  Tudo isso vai contribuir para a empresa não confundir a necessidade do cliente com o produto e estar atualizada com o que o cliente valoriza na experiência.


“Nós somos todos pensadores visuais, somos seres visuais de alguma maneira. As três principais formas de colocar ideias no mundo são falando, construindo e desenhando”, assim começou Thiago Esser, criado da UXConf, considerado o maior evento brasileiro sobre user experience.  Ele é defensor de processos manuais ou sketches para apresentação de ideias,o que devem estar alinhado à prototipação digital. “Processos manuais nos ajudam a lembrar para quem a gente está desenvolvendo e mantêm uma visão mais global do que a gente está projetando. É uma técnica mais limitada, mas uma coisa não substitui a outra. Eu uso direto as duas formas, manual e prototipação digital”, contou e mostrou alguns de seus sketches, que revelam sua marca pessoal. A importância de designers conhecerem as linguagens de programação foi outro ponto abordado e apontado como indispensável no mercado de trabalho.


A noite encerrou com um debate com o público, que questionou os convidados sobre a realidade no mercado de trabalho nas agências para atender a demanda dos clientes, sem prejudicar partes importantes do processo de criação da experiência do usuário. Este F5 também foi um aquecimento para o FIC17, que acontece dias 5 e 6 de outubro, em Porto Alegre.

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