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F5: Marketing digital é personalizado, mas feito em escala

F5: Marketing digital é personalizado, mas feito em escala

F5: Marketing digital é personalizado, mas feito em escala

Atualmente, são três bilhões de pessoas conectadas à internet no mundo e nos próximos anos pesquisas indicam que esse número será de seis bilhões. Essa informação já seria suficiente para ter a dimensão do impacto da comunicação digital nos negócios e na vida das pessoas.  Esse foi o foco das falas de Edmardo Galli, CEO da IgnitionOne e um dos pioneiros no mercado digital no Brasil e Fabio Rios, CEO da Plugar, no F5 realizado em Porto Alegre, no dia 13 e julho, para mais de cem participantes.


Galli falou de marketing de dados versus personalização, além de contar de forma bem humorada sua trajetória de vida, desde que era baterista de bandas famosas na década de 80, até a entrada no mercado digital, há 20 anos. “O marketing de dados só ficou interessante quando a gente teve tecnologia para as coisas coletarem dados e se comunicarem com a gente. Por isso, a tendência hoje são as plataformas integradas de marketing, porque a captação e utilização dos dados nos diversos canais fica mais fácil”, disse.  Ele apresentou cases de grandes players sobre como as plataformas agem e leem o comportamento das pessoas Porém, a principal dica do executivo foi sobre cruzar dados com sensibilidade e intuição.  “Estatísticas e números não vão apontar a direção, eles vão balizar o seu caminho. Acreditem na intuição de vocês”, alertou.


Fabio Rios falou como uma teoria do mercado financeiro está contribuindo para a leitura e análise de dados no marketing digital. “A teoria de Down Jones para marcas mostra a oscilação da relação das pessoas com as marcas e a aplicação de valor nisso”, explicou. Basta então construir indicadores gerar insights e está tudo resolvido? Segundo ele, não. “Identificamos que nas redes sociais existem postagens positivas que não favorecem as marcas e postagens negativas que não prejudicam”, contou. E aqui entra a inteligência competitiva e a teoria de Down Jones. A coleta, leitura, análise dos dados e, em especial, o cruzamento desses dados com outras áreas do negócio vão trazer respostas e caminhos, segundo ele. “Ao perceber avaliações positivas ou negativas não se assustem e cruzem isso com outros indicadores do negócio, que possam trazer sinalizações de mudanças na curva de tendências”, finalizou Rios.

 

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