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Democratizar a inovação é o DNA do Black Sheep Project

Democratizar a inovação é o DNA do Black Sheep Project

Democratizar a inovação é o DNA do Black Sheep Project

Em um bate papo leve e cheio de propósito, João Ramos e Wayner Bechelli, fundadores do Black Sheep Project, lotaram o auditório do Espaço Voz, em Porto Alegre, no primeiro evento F1 de 2018, promovido pela Abradi-RS. Ao contar a curta e intensa trajetória da “ovelha negra”  falaram também do que acreditam ser a chave da era digital: colaboração, compartilhamento do conhecimento e descentralização de poder, elos para a “Inteligência Coletiva” que deu nome a palestra.  

 

 “O Black Sheep começou como uma ideia para tirar as pessoas da sua zona de conforto. Um movimento para trazer transformação e para que a inovação seja democratizada. Queremos cada vez mais conseguir canalizar ideias, visões e conexões diferentes, para dar fluência para o processo de transformação da nossa realidade”, disseram.

 

No DNA do projeto, que já realizou dois eventos na capital gaúcha em 2016 e 2017, está a democratização da inovação como forma de descentralizar o poder. “Quanto mais pessoas acessarem tua ideia e teu proposito, mais as coisas estarão ao teu favor. Inteligência Coletiva, do ponto de vista de uma capacidade de processamento descentralizada, conversa com a revolução digital que estamos vivendo”, disse João.

 

Mas por quê temos a sensação de que sempre estamos alguns passos atrás de tudo? Para eles, uma das respostas é que estamos em um momento de transformação da realidade em que, especialmente nos negócios, empresas ainda rodam um sistema centralizado de poder, em que o controle e hierarquia dominam, mas a nova era exige se desvincular de uma cultura de centralização. ”E para descentralizar é preciso primeiro entender o porquê de um projeto, negócio ou ideia”, afirmou Wayner, trazendo a proposta do Golden Circle, do autor Simon Sinek.  

 

Para aplicar tudo isso em seus projetos, os palestrantes apresentaram o DECMethodo, metodologia criada por eles para orientar o trabalho, que consiste em três passos: democratizar (compartilhar a informação); empoderar (instrumentalizar as pessoas) e contaminar, ou seja, quanto mais pessoa se colocarem nesse processo de aprendizado e se  tornarem processadores de informação, melhor, pois mais velocidade se ganha. “Na era digital, precisamos perder o controle para ganhar a essência”, alertaram.


Mais infomações sobre BS Project podem ser obtidas no site www.blacksheepproject.com.br

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